11/04/2017

O que as marcas vão precisar fazer para serem amadas daqui pra frente?


Estava lendo algumas coisas e vivendo marketing, como sempre.

Sabe, eu sou apaixonado por isso. Fiquei sacando como as marcas estão se tornando cada vez mais pessoais e fiquei refletindo sobre o que vem pela frente.

O que as marcas vão precisar fazer para serem amadas daqui pra frente?


O que vem lá na frente, a longo prazo, é difícil dizer, porque tudo tem mudado com muita velocidade. Mas especialistas podem dizer o que vem ao longo deste ano: marcas sendo mais sociais, criando eventos, tirando as pessoas do online para encontros pessoais, e respondendo suas dúvidas, questões e comentários em tempo real.

Isso já tem acontecido, é verdade. Vamos precisar de mais coisas e equipe para fazer tudo isso.

E é muito legal, porque gera emprego se a gente conseguir fazer tudo isso virar grana aqui nesse país onde a gente ainda precisa posicionar e educar o valor do marketing para os pequenos e médios negócios – até os grandes algumas vezes!

Marcas cada vez mais sociais

Em maio de 2016 o Uber, em parceria com a Cruz Vermelha do Sri Lanka e com a Colombo Municipal Council, criou uma campanha de doação para vítimas de uma chuva torrencial na cidade de Colombo, capital do Sri Lanka.

Isso funcionava da seguinte forma: Você entrava no app, selecionava a opção UberCare, e um motorista vinha buscar a sua doação de forma gratuita para ajudar as milhares de vítimas da tempestade.

Obviamente que isso deu um valor humano gigantesco para o Uber não só na região, mas no mundo, já que a notícia foi sendo replicada para várias partes do planeta.

Esse gatilho de ajudar a resolver o sofrimento do mundo funciona muito. É o que a gente chama na faculdade de marketing social, mas com uma pegada século 21 usando as novas tecnologias.

Empresas com visão holística sempre estarão na frente da concorrência e tornarão suas marcas mais amadas e queridas.

Algo além do que o responder comentários…

As marcas vão precisar ir além de responder as reclamações no Facebook. Vão precisar ir além do SAC 2.0. Elas vão precisar começar a desenvolver nelas uma consciência digital, mas que responda isso no offline.

Leia também: As 10 melhores ações de SAC 2.0 que você não pode deixar de ver.

Criando eventos, chamando as pessoas para causas sociais e para saírem das suas zonas de conforto e aí sim causar um real impacto e se tornar presencial e relevante na vida das pessoas.


Você está preparado pra isso?

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