17/08/16

Os conselhos inspiradores de Jobs no famoso discurso em Stanford


Doze de junho de 2005. Mais de onze anos se passaram e o discurso proferido por Steve Jobs aos formandos da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, ainda é uma rica fonte de reflexão e inspiração para as pessoas e, sobretudo, para empreendedores.

E não é por acaso. Na verdade, nem é preciso estar atuante no mercado para se interessar pela vida daquele que era, naquele momento, diretor-executivo da Apple Computer e da Pixar Animation Studios.

Algo que, segundo ele próprio, nem teria acontecido se não o tivessem demitido da empresa que ele mesmo criou.

Na ocasião, ele vai até o microfone, se diz agradecido e afirma ser uma honra estar ali. Daí em diante, ele passa a ser Jobs.

Fala sobre o fato de ter optado por não concluir a faculdade e, então, resolve contar três histórias.

A primeira delas é sobre o que ele chama de ligar os pontos. Conta como tudo aconteceu na sua vida, desde antes do seu nascimento, passando pela sua adoção e chegando à época da tal faculdade, e como suas decisões pessoais influenciaram até mesmo na criação do Mac.


“Os pontos só se conectam em retrospecto. Por isso, é preciso confiar em que estarão conectados, no futuro. É preciso confiar em algo - seu instinto, o destino, o karma. Não importa. Essa abordagem jamais me decepcionou, e mudou minha vida.”


Depois, sobre amor e perda. Ele diz ter descoberto o amor cedo em sua vida. Isso porque criou a Apple na garagem da casa de seus pais, junto com Steve Wozniak, aos vinte anos de idade.

Com muito trabalho, a empresa chegou ao Macintosh, quatro mil pessoas e US$ 2 bilhões, e ele ainda tinha só 30 anos. E o que veio depois disso?

Ele foi despedido.

Em cinco anos, criou a Pixar, então o estúdio de animação mais bem-sucedido do mundo, e a NeXT, posteriormente comprada pela Apple, o que possibilitou seu retorno à empresa.


“É preciso encontrar aquilo que vocês amam - e isso se aplica ao trabalho tanto quanto à vida afetiva. Seu trabalho terá parte importante em sua vida, e a única maneira de sentir satisfação completa é amar o que vocês fazem. Caso ainda não tenham encontrado, continuem procurando.”


E, por fim, fala sobre a morte. Ele comenta sobre o diagnóstico do câncer e que, segundo os médicos, sua expectativa de vida era de três a seis meses – de fato, seria essa a causa de sua morte, mas apenas sete anos depois.

Um ano após ter passado por essa situação, ele reforça a mensagem de que cada dia deve ser vivido como se fosse o último.


“O tempo de que vocês dispõem é limitado [...] tenham a coragem de seguir seu coração e suas intuições, porque eles de alguma maneira já sabem o que vocês realmente desejam se tornar”.


Ele finaliza sua “aula” citando Stewart Brand: “Mantenham-se famintos”.

Realmente inspirador, né?!

E se você ficou interessado pelo discurso, pode assisti-lo na íntegra e legendado no vídeo abaixo. A duração é de aproximadamente 15 minutos.


Agora fique à vontade, caso queira contar pra gente o que você achou :)
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