18/04/16

6 campanhas proibidas que não puderam ir ao ar


Vira e mexe alguma campanha causa polêmica e acaba barrada. Algumas vezes a repercussão acaba sendo maior do que se a mesma tivesse ido ao ar, já que isso desperta a curiosidade das pessoas.

Vejamos agora 6 campanhas que foram denunciadas e acabaram gerando polêmica, algumas pelo excesso de rigor no "politicamente correto", outras pela real extravagância do comercial.


1. Quero ver raspar - Gillette

A campanha estrelada por Sabrina Sato incentivava os homens a rasparem os pelos do corpo para agradar as mulheres, e recebeu denúncia por "incitar o preconceito contra peludos". Após ser julgada pelo Conar, foi absolvida. 



2. Está todo mundo tendo sua primeira vez - Devassa

A campanha da cerveja foi denunciada pela "exagerada conotação sexual". Este tipo de campanha faz parte do conceito da marca Devassa, que sempre traz polêmica em seus comerciais.  





3. Superstição - Volkswagen


O comercial da marca alemã teve de ser alterado após uma denúncia de que "incentivaria os maus tratos a animais". Tudo isso porque em seu filme que abordava as superstições, um gato preto aparece ao final, e é repelido por um jato d'água.



4. Menino esperto - Posto Ipiranga


Os comerciais do Posto Ipiranga se tornaram um grande meme, mas este vídeo em específico foi denunciado. No filme o garoto aparece fazendo artesanato ao lado do suposto pai, o que segundo a denúncia "incentiva o trabalho infantil".




5. Sorvete de Cerveja - Skol

Após lançar em sua fan page do facebook e em seu site oficial o "Sorvete de Cerveja", a AMBEV foi advertida pelo conselho, pois segundo eles a campanha poderia "despertar o interesse do público infanto-juvenil" em uma sobremesa de teor alcoólico. 




6. Duas garotas de um sortudo - Axe

O filme que foi veiculado apenas na web após receber advertências do CONAR recebeu inúmeras denúncias pelo "apelo excessivo à sensualidade".




EXTRA: Comercial fake - Sprite

Se você achou a campanha da Axe apelativa, o que dizer deste suposto comercial da Sprite? Na verdade foi apenas um experimento de um alemão, e não uma campanha da marca de refrigerantes, mas se fosse, com certeza seria julgada pelo "apelo excessivo à sensualidade". 




E você, meu caro leitor, o que acha de tudo isso? Defende que as marcas realmente foram ofensivas em suas mensagens e deveriam ser punidas, ou acha que o mundo está ficando muito chato? Deixe nos comentários!

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