30/05/2014

Conar determina mudança em propaganda com Compadre Washington


O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) determinou que um trecho da propaganda estrelada por Compadre Washington para o site Bom Negócio seja alterado. De acordo com o G1, o órgão considerou a presença da palavra “ordinária” desrespeitosa às mulheres.

No comercial, o cantor desaparece antes de falar a palavra por inteiro, mas o Conar avaliou que ela fica "perfeitamente compreensível" para o público. O Conar declarou que recebeu mais de 50 reclamações, feitas por homens e mulheres contra a propaganda.

A empresa pode recorrer, porém a determinação tem efeito imediato, ou seja, o comercial deverá ser alterado para continuar sendo veiculado. Já o site Bom Negócio informou que aguardará notificação do órgão para tomar as devidas providências.

O comercial ficou famoso por relembrar bordões de Compadre Washington, que rementem à banda "É O Tchan", sucesso nos anos 1990. Frases como "Sabe de nada, inocente" e "Êta, mainha" também aparecem no vídeo. 



O que vocês acharam? Realmente ofendem às mulheres? Deixe aqui sua opinião!

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3 comentários:

rafacerqueira disse...

O Conar deve estar sem muito trabalho, eu diria. A propaganda apresenta um bordão que ele fala 1000 vezes em todos os shows da banda e nos programas de tv. O objetivo é estender este bordão ao contexto. Engraçado é que a propaganda já virou hit, música e faz muito sucesso nas redes sociais. Enfim, como publicitário, não concordo!

Rony Duarte disse...

Na minha opinião, não é ofensiva. Diferente das letras de funk, que colocam a mulher em geral numa situação de objeto a ser consumido, o "ordinária" parece mais uma brincadeira semelhante àquelas que os casais fazem na intimidade, como quando a mulher chama o companheiro ou amante de "safado". É um malandro mexendo com uma mulher casada. Só isso.

Dyego disse...

O Conar não faria nada se a população não reclamasse. Com certeza quem reclamou é a mesma pessoa que assiste as novelas "super educativas" da Rede Globo. Onde não existe nenhuma violência contra a mulher, contra a inteligência e contra a família brasileira.

Hipocrisia, a gente vê por aqui.