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13/11/2017

Por que designers preferem Mac ao invés de PC?


Uma das características das maioria dos designers é o amor pela Apple e seus produtos — principalmente para o uso profissional.

Mas por que será que os designers preferem Mac? Existe alguma explicação lógica para isso?

Neste post listamos algumas respostas! Confira:


Programas da Adobe

Um dos motivos é que os programas da Adobe foram criados primeiro para o Mac, e por um tempo não foram desenvolvidos para o Windows. 

Moral da história: o Mac era caro, os softwares caríssimos, não havia versões para PC, pirataria era raridade, então, somente grandes estúdios, editoras, jornais e agências de propaganda tinha acesso a essas ferramentas - Mac e Adobe.

(...e então surgiu o CorelDRAW para quebrar a hegemonia da Apple e da Adobe criando uma guerra entre os profissionais, que podemos falar em outro post: Corel x Adobe)

Além disso, os programas da Adobe funcionam muito melhor no Mac do que no Microsoft - e falarei sobre isso mais para frente nesse post.


Layout intuitivo

Se você perguntar para um designer fã de Mac a razão pela qual ele gosta tanto desse computador, é possível que sua primeira resposta seja “porque o macOS é muito mais intuitivo e bonito que o Windows”. Mas será que ele tem razão?

Quando comparamos as versões mais antigas do Windows com as mais antigas do macOS, não dá para negar que o sistema da Apple parecia ser bem mais simples de operar, além de possuir uma aparência esteticamente mais agradável.

Porém, com o passar do tempo, a empresa de Bill Gates correu atrás do prejuízo, deixando sua principal plataforma com o layout cada vez melhor e fácil de ser personalizado.

Veja também:


Fidelidade das Cores

Muitos profissionais apontam que as cores são mais fiéis no Mac do que no PC, favorecendo muito quando o assunto é impressão.


Desempenho do sistema

Outro ponto a respeito do macOS que durante muito tempo fez com que os Macs se tornassem melhores que os PCs para a vida dos designers é o desempenho que eles tinham em relação ao Windows.

Quem não se lembra daquelas telas azuis de erro que vez ou outra apareciam no Windows? Quem nunca passou um bocado de tempo esperando o sistema ser atualizado sem nenhum motivo aparente? Pois nada disso fazia parte do dia a dia dos usuários de Mac. 

Como a Apple não queria abraçar o mundo com seus computadores, para a empresa, não era importante que os Macs rodassem tanto o Photoshop quanto os games mais novos. Justamente por conta disso que o sistema operacional da maçã acabava funcionando de uma maneira mais eficiente e com um número bem menor de falhas.

Em comparação com seus antecessores, o Windows 10 — versão mais atual do sistema — é, de fato, bem mais rápido e confiável, mas ainda não consegue ter um desempenho tão bom quanto o macOS.

Apesar de ambos apresentarem falhas, o sistema operacional da Apple não tem o hábito de travar tanto quanto o concorrente.


Segurança

Pelo fato do PCs serem mais populares no mercado, os hackers e criadores de vírus focam seus olhares para o Windows como alvo principal

Alguns dados indicam que apenas pouco mais de 5% dos aparelhos do mundo usam o OS X, algo que faz com que ele seja pouco atrativo para os produtores de vírus.

Sim, é isso mesmo: graças a baixa presença no mercado em geral, os Macs correspondem a menos de 10% das máquinas infectadas por vírus no mundo. Resumindo: o nicho teoricamente reduzido do produto salva ele de problemas maiores.


Construção em Linux

Para os designers especialistas em web ou até mesmo para os programadores: como o macOS é feito com base na tecnologia UNIX (a mesma do Linux), é muito mais fácil criar aplicações em linguagens como PHP e Ruby on Rails do que nos PCs.

Isso acontece porque todas essas linguagens, mais robustas para a web, funcionam de forma mais fluida em servidores Linux. Ou seja: para quem precisa ou quer aprender a programar e desenvolver projetos para a web, talvez usar os Macs seja uma opção bem melhor.


Software e Produtos Apple

Pelo fato da Apple desenvolver softwares e produtos, os seus dispositivos se conversam. Isso se torna um diferencial para a Apple.


Softwares gratuitos e de código aberto

Acha que o único software de edição de imagens é o Photoshop? Saiba que existem diversas opções alternativas e que apresentam soluções excelentes.

Ao contrário do que muitos pensam, é possível encontrar no mercado uma série de softwares gratuitos para utilização no sistema operacional Mac. Isso cria uma oportunidade excelente e destaca outro ponto relevante que determina a escolha pela plataforma da maçã.

Ah, não custa lembrar que também existem softwares gratuitos para Windows, mas que eles podem não rodar tão bem quanto nos Macs.


Contexto histórico

Janelinhas, ícones, barulhinhos ao abrir e fechar uma pasta… nada disso existia nas primeiras versões do Windows, que lá no começo da década de 80 eram basicamente uma tela preta do MSDOS com vários códigos.

Não é de se admirar que poucas pessoas sentiam prazer em usar o sistema. Agora, com os Macs a história sempre foi outra.

Antes de ter seu nome abreviado, o Macintosh já surgiu no mercado com uma plataforma que apresentava um sistema gráfico bastante intuitivo. Isso chamou a atenção de empresas como a Adobe, que percebeu ali um grande potencial de crescimento em setores como os de publicidade e design.

Logo, durante muitos anos, era o Mac que continha a maior gama de softwares de produção gráfica — não o Windows. É fácil perceber como o marketing da Apple é uma referência para indicar porque os designers preferem Mac.

Isso mudou com o tempo? Claro! Hoje, o Windows entrega tantas opções quanto o OS X, mas a fama continuou atrelada ao nome da Apple, que realmente foi a primeira empresa a pensar e produzir soluções para o segmento do design gráfico. Com tantos anos mantendo essa versão, não é nada fácil mudar a história.


Status

Como você percebeu durante a leitura desse material, existem também muitos motivos emocionais que explicam a razão pela qual os designers preferem Mac.

Lembrando que o sistema operacional ou o software não fazem de você o melhor profissional. Eles irão te auxiliar na execução do seu trabalho, mas não são responsáveis pelo seu profissionalismo. É nesse ambiente criativo que a discussão PC x Mac acaba. Neste contexto, tanto faz a plataforma que o designer utiliza. Vale mais o impacto da criação. E para cabeça sem criatividade, não há ferramenta que seja remédio.



E você, leitor, o que acha? Acha que essas funcionalidades apontadas realmente vale o preço? Você acha que vale o custo-benefício? 




16/10/2017

WhatsApp Business: conheça as novidades e como utilizá-la a favor do seu negócio


Pensando em se tornar cada vez mais presente no mundo corporativo, o WhatsApp fez mais uma atualização para o mundo dos negócios! 

O Facebook anunciou o lançamento do WhatsApp Business, uma versão para empresas usarem o WhatsApp em seus negócios.

Em 2014, quando o Facebook comprou o WhatsApp, muita gente se questionou sobre qual seria o futuro do mensageiro instantâneo. E, principalmente, como o Facebook iria monetizar esse aplicativo. Após todos esses anos, finalmente tivemos um indicativo sobre isso!


Segundo um comunicado oficial do Facebook, “muitas conexões já estão ocorrendo todos os dias, seja alguém fazendo um pedido com uma padaria local ou olhando novos estilos de uma loja de roupas”.

Mas o Facebook sabe que a maneira como os negócios acontecem hoje dentro do WhatsApp é bem rudimentar. Eles ouviram muitos comerciantes e decidiram lançar uma versão específica para empresas.

A novidade é uma espécie de extensão do aplicativo na versão que nós já conhecemos.

Até o momento o aplicativo ainda está em fase de teste para alguns usuários. O WhatsApp Business foi disponibilizado para alguns "sortudos" na plataforma Google Play e para realizar o download e preciso preencher essa pesquisa e informar todos os dados da sua empresa. Essa é uma maneira de demonstrar seu interesse no programa de testes do WhatsApp. 

Separamos a seguir os pontos mais importantes sobre o WhatsApp Business. Vamos lá:


Novas funcionalidades do WhatsApp Business


PERFIL VERIFICADO

Em comunicado oficial, o Facebook afirma que “sabemos que as empresas têm muitas necessidades diferentes. Por exemplo, eles querem uma presença oficial — um perfil verificado para que as pessoas possam identificar um negócio de outra pessoa — e uma maneira mais fácil de responder às mensagens”.





Este é o ícone que aparecerá

A possibilidade de ter um perfil verificado no WhatsApp está funcionado em um projeto-piloto. Ou seja, apenas alguns perfis experimentais estão recebendo a verificação.

Se você notar um selo verde (ilustrado acima) ao lado do nome de um contato na sua lista, significa que o WhatsApp verificou que o número de telefone deste contato pertence a uma conta comercial.

Essa será a maneira de diferenciar os perfis pessoais e empresariais no WhatsApp.
   

NOVO ÍCONE

O aplicativo tem um ícone diferente com a letra B de Business. Já de cara você vai notar essa diferença.

Isso é interessante porque versão empresarial será um aplicativo separado do WhatsApp normal que você já tem no aparelho. Isso é muito bom para separar seu perfil comercial e pessoal.

TELEFONE FIXO

Com o novo serviço, as companhias podem registrar suas contas com telefones fixos e configurar o perfil público, com verificação semelhante à que já é usada nas redes sociais e informações mais detalhadas do que as previstas hoje no serviço tradicional, como endereço descrição e site do negócio.


PERFIL PARA EMPRESAS

Existem mais opções de configuração dos perfis comerciais.

Além da foto e nome de perfil, também será possível definir a localização, o tipo de empresa, uma descrição do seu negócio, seu e-mail e adicionar seu site.




ESTATÍSTICAS DA SUA CONTA

Com o WhatsApp Business a empresa terá acesso a informações sobre o uso da conta, como o número de mensagens enviadas, entregues, lidas e também recebidas.




RESPOSTAS AUTOMÁTICAS 

E uma novidade muito bacana que indica um possível surgimento de robôs para o WhatsApp. Será possível definir respostas automáticas para quando você estiver fora do seu horário de expediente.

É possível incluir emojis e todas as outras funcionalidades de edição que já conhecemos. Além disso, será possível fazer o agendamento de dia e horário que a mensagem será disparada.

Também é possível estabelecer horários específicos, via calendário, em que o WhatsApp estará ativo e definir uma resposta automática para os clientes. Você vai adicionar uma mensagem-padrão para os clientes receberem automaticamente caso entrem em contato com você nesse período.




MIGRAÇÃO DE CONVERSAS

Esse será um recursos muito bom para empresas que já utilizam o WhatsApp como ferramenta de atendimento ao cliente. Será possível migrar a sua conta antiga e todas as suas conversas para o novo aplicativo.


O WHATSAPP BUSINESS GRATUITO PARA PEQUENAS EMPRESAS

Conforme explicado pelo WhatsApp:

“Estamos criando e testando novas ferramentas através de um aplicativo gratuito para pequenas empresas e uma solução empresarial para empresas maiores que operam em larga escala com uma base global de clientes, como companhias aéreas, sites de comércio eletrônico e bancos. Essas empresas poderão usar nossas soluções para fornecer aos clientes notificações úteis como horários de voo, confirmações de entrega e outras atualizações”.

Note que no comunicado oficial, a empresa diz que o WhatsApp Business terá uma versão gratuita para pequenas empresas, enquanto as companhias maiores terão uma solução empresarial maior (que possivelmente será paga).

O jeito é aguardar, já que o WhatsApp não se pronunciou sobre como essa definição será feita para os perfis.


FUNCIONAMENTO DO WHATSAPP BUSINESS

No vídeo abaixo, você consegue ter uma ideia bem legal de como o WhatsApp Business vai funcionar para as grandes empresas.



No Brasil, estão testando o WhatsApp Business companhias como o banco Itaú, que integrou o aplicativo à sua plataforma de atendimento aos clientes do serviço Personalitté Digital, e a companhia aérea holandesa KLM, que está usando a versão para confirmar reservas de passagens, enviar notificações de check-in, enviar o cartão de embarque ao usuário, etc.

Observe que as notificações são bem parecidas com o estilo do Facebook Messenger — e, inclusive, levam a entender que a possibilidade de usar robôs também pode surgir no WhatsApp.

Agora, nos resta esperar pelo lançamento oficial do aplicativo. Nós estamos super animados com essa nova versão do aplicativo! E você, o que achou? Conta para a gente aqui nos comentários!

Fique atento às novidades que o aplicativo vai oferecer, principalmente se você tem um negócio e utiliza o WhatsApp para se comunicar com os clientes e também para realizar vendas.



02/10/2017

Hubspot oferece curso grátis de Inbound Marketing com certificação


O Inbound Marketing cresce cada vez mais no mundo inteiro e é uma das grandes tendências em marketing digital.

As ações de Inbound estão ajudando muitas empresas a venderem mais por um baixo investimento o que, em tempos de crise, é uma carta na manga de qualquer empreendedor.

Pensando nisso, o Hubspot, plataforma líder no uso de Inbound Marketing, oferece curso e certificação grátis em Inbound Marketing, com todo o conteúdo dos treinamentos em português. Inclusive, a prova para concluir a certificação pode ser feita no nosso idioma. Os vídeos estão legendados e os guias de estudo completamente traduzidos.

É a oportunidade de qualificar sua equipe e aproveitar ao máximo as oportunidades que o Inbound e o Hubspot oferecem.


O que eu ganho com a certificação?

Primeiramente, obter a certificação em Inbound Marketing o qualifica na metodologia e em todos os conceitos fundamentais que a envolvem.

Durante a aprendizagem, os temas mais importantes são contextualizados com exemplos e renomados em quase todas as etapas do processo. A didática dos instrutores e dos textos, além da repetição constante de certas definições, ajudam a fixar os conceitos.


O que eu encontro no curso?

O curso abrange tudo sobre Inbound marketing, desde SEO, até e-mail marketing e otimização digital. Se você ou sua equipe ainda não possuem certificado, recomendamos que o faça para comprovar que é um expert em Inbound Marketing.

O curso contém 12 aulas que abrangem os 4 estágios da Metodologia Inbound: Atração, Conversão, Venda e Fidelização.

Em cada aula, há um quiz com algumas questões que não valem nota. Ele ajuda a identificar onde precisamos reforçar os estudos e salienta os erros que cometemos. Depois de concluir tudo, você precisa fazer um teste com 60 questões de múltipla escolha, cronometrado (75 minutos) e acertar, no mínimo, 75% da prova.

Anualmente, o conteúdo é atualizado e, após avaliação da equipe, algumas regras podem sofrer modificações também. Parece complicado, mas não é. Encare tudo isso como um desafio para sua carreira!

Quero começar!

Para fazer o curso e obter sua certificação grátis, clique aqui.

Se você já tem o conteúdo do seu portal HubSpot convertido para o português, você está pronto para começar. Mas se não estiver ainda na versão português, basta executar a conversão nas configurações da sua conta para poder ter acesso ao curso português.


Bora aprender? Depois nos conte se conseguiu o certificado aqui nos comentários #sepromova J


18/09/2017

8 dicas pra não torrar sua grana nas campanhas de AdWords


Apanhando, torrando a grana do seu cliente no Google e gerando poucos, ou nenhum, resultado?

Então, para tudo o que você está fazendo e dá uma sacada nestas 8 dicas que vão dar um up nas suas campanhas e levar mais leads para o seu funil de vendas. ;)

+ Como avaliar o desempenho das campanhas do Google AdWords?


1. Pense como um cliente

Um dos erros mais comuns em qualquer área da comunicação é não pensar como o cliente pensa. E trabalhar com o Google AdWords não é diferente.

A gente precisa ter uma noção profunda de como os usuários fazem a busca na pesquisa, de quais são as palavras-chaves que podem levar o seu produto ou serviço a ter a melhor posição e conseguir o lugar de destaque do click.

A grande dica é você ‘ser o usuário’ nessa hora e fazer uma lista caprichada de todos os termos que vierem na sua cabeça.

2. Entenda o processo de pesquisa

Você entende o processo de pesquisa que o seu cliente faz até chegar no ato da compra? 

É importante saber. Fazendo isso você vai conseguir acertar na estratégia e fazer o ROI ser mais rápido.


3. Palavras-chave específicas para clientes específicos

Uma das grandes leis do marketing: segmente bem o seu cliente final.

A diferença é que no Google, sem segmentar usando palavras-chave específicas, você deixa, muitas vezes, de aparecer nas buscas específicas.

Um exemplo: Cordas de guitarra 0.12. Esse seria um termo específico para um comprador de cordas de guitarra. O termo genérico seria “cordas de guitarra”, onde ele concorreria com muitos outros players, outras lojas que vendem cordas de guitarra.


4. Palavras-chave gerais para atrair bastante gente

Use também palavras genéricas. Mas tome cuidado para elas não serem tão genéricas a ponto fazer os seus anúncios aparecerem para qualquer pessoa.

O segredo aqui é você conseguir abranger o maior número de pessoas que estiverem procurando pelo seu produto ou serviço, mas não a ponto atrair tráfego inútil. 

Ex.: cordas de guitarra, se você tem uma loja de instrumentos musicais. Diferente de colocar só “cordas”, que seria muito genérico.


5. Tudo gira em torno do objetivo

O que dá bastante resultado dentro do AdWords é a criação de grupos de anúncio. E quanto mais você objetiva eles mais fácil e rápido vem os resultados.

Crie metas dentro dos grupos de anúncio.
Crie grupos de custo de aquisição de palavras-chave.
Crie grupos por categoria de produto ou serviço, marca ou lucratividade.

Tudo depende do objetivo que você tem em mente para cada campanha e qual é a sua estratégia para alcançar esses objetivos.


6. Tem número certo de palavra-chave

O Google recomenda o uso entre 5 e 20 palavras-chave por grupos de anúncio. Claro que você pode colocar mais. Mas se o próprio Google recomenda em sua academia, creio ser interessante levar em consideração.

E, anota aí: Cada grupo de anúncio precisa de palavras-chave que tenham relação direta com o grupo de anúncio. Também não esquente com o português cansado da galera na internet; o Google ‘traduz’ e posiciona o seu anúncio de acordo com a busca que elas fazem corrigindo os “erros de digitação”.


7. Palavras-chave de acordo com o destino do anúncio

Bobeira, mas tem gente que vacila aqui.

Obviamente as palavras-chave precisam ter relação com o lugar que você está levando o usuário

Você não vai criar um anúncio falando das cordas de guitarra 0.12 e fazendo o usuário cair na parte de bateria. Ele não está procurando por baterias!


8. Palavras-chave negativas

Lembre-se de criar lista das palavras-chave negativas. 

Elas vão bloquear os anúncios para usuários que não te interessam e, de certa forma, farão você economizar, porque não estão clicando no seu anúncio.


Dúvidas? Sugestões?
Deixe seu comentário. 

[Case Anitta] Um caso de marketing que vale a pena ser estudado


Lançada em 2012, a carioca de 24 anos que administra a própria carreira, Anitta, é dona de números e de uma reputação digna de uma popstar internacional.

É a única brasileira no Social 50 da Billboard americana, um ranking que mede a popularidade de artistas nas redes sociais. Ela aparece em 15º lugar, na frente de Shakira (16º), Taylor Swift (23º), Beyoncé (30º) e Lady Gaga (36º).

No Youtube, seus vídeos oficiais somados aos enviados pelos fãs registram 2,5 bilhões de views (o mesmo que Justin Timberlake).

No Spotify, é a 4° mulher mais ouvida desde que o aplicativo foi lançado no Brasil (a primeira é Rihanna).


Mas, qual a estratégia por trás de tudo isso? 

Eu arriscaria dizer versatilidade, co-branding, swarm e sinceridade.


1. Anitta veio do funk, mas é uma artista totalmente versátil.

Ela canta sertanejo, pop, reggaeton e eletrônico. Em festivais, em boates e trios elétricos. Tem uma versão de shows para adultos e outra para crianças.


Com um cachê 80% menor que Weslley Safadão, Jorge & Matheus e Ivete Sangalo, sua estratégia de shows é pautada em volume e com isso, realiza uma média de 20 apresentações por mês, ampliando o número de admiradores.

A utilização de coreografias, letras simples e com excesso de repetições (tal como pode se observar em “Bang”, “Essa mina é louca” e “Paradinha”) também são ingredientes explosivos.

Repetir ajuda a memorizar, enquanto as coreografias se transformam em uma fábrica de tutoriais (só de “Bang” são mais de 21.600 vídeos no Youtube em todo o mundo, sem contar as inúmeras aulas de danças em academias).



2) Anitta é uma cantora solo, mas agrega no co-branding.

Co-branding é a união de duas marcas fortes para aumentar o valor percebido.

E essa associação se torna ainda mais poderosa quando falamos de marcas que estão exponencialmente no topo.

Foram 7 singles em menos de um ano, com ninguém menos que J Balvin, Maluma, Nego do Borel, Weslley Safadão, Simone & Simaria, Major Lazer, Pabllo Vittar e Iggy Azalea.


Somado a isso, a direção artística de Giovanni Bianco eleva a qualidade dos seus clipes e, consequentemente, das suas músicas. Diretor criativo da Vogue Itália, já assinou projetos para Madonna, Miu Miu, Dsquared2 e Steven Klein.

Dessa forma, Anitta não só valoriza o próprio funk, como passa a fazer parte de outros ritmos e linguagens mais aspiracionais, capaz de conversar com formadores de opinião do mercado fonográfico, da moda e do design; do mainstream ao do público infantil (vide a estética lúdica de “Bang” e “Essa mina é louca”).



3) A cada novo single, Anitta provoca um verdadeiro Swarm.

Ela utiliza uma estratégia cross channel, explorando todos os canais ao mesmo tempo, dando um tiro grande (e certeiro) de uma só vez.

Vamos analisar o caso de "Paradinha", que foi lançada no dia 31 de maio e alcançou 7 milhões de views em menos de 24 horas.


Começamos no dia 19 de maio, quando Anitta lança “Switch” com a rapper Iggy Azelea. Em 20 de maio, o clipe vaza antes da estréia (estratégia ou não?) e no dia 27, a brasileira se apresenta no programa de Jimmy Fallon, o mais importante talk show dos Estados Unidos.


Vale ressaltar que durante o mês de maio, Anitta ainda se manteve no top 10 do Spotify com 2 hits, além de conseguir uma grande exposição midiática. Foi capa de três revistas de grande circulação nacional e deu entrevista em dois talk shows, um deles o programa Lady Night (onde foi um dos episódios mais assistidos da temporada). Isso sem contar seu programa semanal, também no Multishow, Música Boa Ao Vivo.


Pegando carona em toda essa exposição, Anitta (estrategicamente) lança “Paradinha”, seu primeiro passo para a carreira internacional. A escolha do espanhol foi estratégica como forma de entrada no mercado latino (foco). Tudo muito bem pensado, planejado e com a assessoria de William Morris Endeavor - empresa responsável por cuidar das carreiras de Rihanna, Drake e Ben Affleck.

Além disso, Anitta já não era um nome “estranho” para os latinos, devido às parcerias com J Balvin, Maluma e a amizade com Lele Pons, digital infuencer venezuelana (que possui mais de 17 milhões de seguidores no Instagram e quase três milhões de inscritos no seu canal do Youtube).

No dia do lançamento de Paradinha, Anitta promoveu 3 coletivas de imprensa, nas sedes brasileiras do Google, do Facebook e do Spotify. Além de transmissões ao vivo nas redes sociais, utilizou gamefication recompensando o buzz criado pelos fãs com teasers do novo single.

A cantora também contou com a parceria de influenciadores que não só divulgaram, como também fizeram paródias com o seu novo hit. Destaque para Lele Pons, Hugo Gloss e Stefano Gabbanna.



Também participou dos principais programas de entretenimento do México (Tu Night e Funcíon) e foi a única brasileira a apresentar uma categoria no MTV Millennial Awards.

O resultado? Até o momento, “Paradinha” registrou quase 24 milhões de views no Youtube e 469 mil execuções diárias no Spotify, desbancando “Despacito” – que se manteve no primeiro lugar das paradas brasileiras por semanas.

E para completar, no dia seguinte ao lançamento de “Paradinha”, Anitta apresenta mais um single com Major Lazer (músicos eletrônicos que já fizeram parcerias com Justin Bieber e Ed Sheeran) e Pabllo Vittar (cantora e drag queen, com mais de 21 milhões do clipe “Todo dia” no Youtube), conquistando o 3º lugar nas músicas mais ouvidas do Brasil pelo Spotify.



4) Por fim, o quarto elemento que fortalece Anitta como marca é sua sinceridade.

Anitta fala. Anitta faz.

É um camaleão, mudando de visual e mostrando que cada um é responsável pela própria beleza.

Levanta causas, como o empoderamento feminino, em suas roupas, apresentações e suas letras.

Exalta a diversidade, valorizando gays e modelos plus size em suas apresentações.

Expõe suas opiniões de forma natural e direta nos assuntos mais polêmicos: o excesso de plásticas, a liberdade sexual e o vício em comer, são alguns exemplos.


Com isso, ela cria identificação com diversos grupos, aumenta a empatia em torno da sua pessoa e, consequentemente, o número de admiradores.



Fonte: Adnews
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