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24/04/2017

As 65 carreiras mais promissoras na atualidade


Como sabemos, o ano passado foi um tanto complicado para o mercado de trabalho brasileiro, com as evidentes demissões e cortes de gastos.


Porém, 2017 já indica uma ligeira recuperação.

Pensando nisso, 20 consultorias de recrutamento, consultadas por Exame.com, indicam quem serão os profissionais mais demandados ainda neste ano.

Continuam promissoras carreiras ligadas aos departamentos financeiros, vendas e geração de novos negócios

As áreas comerciais e de inteligência de mercado também ganham mais destaque, e carreiras na tecnologia seguem com boas perspectivas de emprego.

A seguir, confira as 65 carreiras e profissões que são destaques na atualidade:

1. Gestor de governança corporativa
2. Diretor financeiro
3. Profissional de controladoria / Controller
4. Controller em empresa familiar
5. Head da área contábil
6. Head da área tributária
7. Gerente de tesouraria
8. Profissional de controle e negociação de dívidas
9. Analista contábil com inglês fluente
10. Gerente/Diretor de contratos
11. Executivo de desenvolvimento de negócios na área de meios de pagamento
12. Gerente de Key Account
13. Growth Hacker
15. Gerente de trade marketing
16. Consultor comercial
17. Gerente Comercial
18. Gerente/Diretor de novos negócios
19. Gerente de compliance e riscos
20. Gestor administrativo financeiro
21. Business Partner de finanças
22. Gerente de vendas
23. Analista/Executivo da área de compras
24. Analista fiscal sênior, com foco em impostos indiretos
25. Representante técnico comercial
26. Advogado especializado em compliance
27. Advogado especializado em fusões e aquisições
28. Advogado especializado em recuperação judicial
29. Advogado especializado em contencioso
30. Advogado de consultoria tributária
31. Engenheiro com experiência em obras de infraestrutura
32. Engenheiro de energia eólica/solar
33. Gerente de operações do setor de engenharia
34. Engenheiro especializado em Supply Chain
35. Engenheiro especializado em vendas técnicas
36. Vendedores técnicos/especialistas
37. Analista de desenvolvimento organizacional
38. Líder de transformação
39. Office Manager
40. Gestor de Family Office
41. Profissional de Private Equity
42. Profissional da área de Fintech
43. Chief Digital Officer (CDO)
44. Gestor de projetos em TI
45. Head de BI (Inteligência de Mercado) e Big Data
46. Analista/Gerente/Consultor de BI (Business Intelligence)
47. Desenvolvedor web e/ou mobile
48. Desenvolvedor Python/Ruby
49. Desenvolvedor Java
50. Especialista em UX (Experiência do Usuário)
51. Especialista em UI (Interface do Usuário)
52. Cientista de dados
53. Analista de segurança da informação
54. Consultor Cloud Computing
55. Gerente de mídias sociais
56. Gerente de mídias digitais com foco em e-commerce
57. Executivo da área de melhoria contínua
58. Supervisor de PCP – Planejamento e Controle de Produção
59. Gerente de meio ambiente
60. Gerente de acesso para indústria farmacêutica
61. Profissional de marketing e vendas para setor farmacêutico
62. Profissional de relações institucionais para indústria farmacêutica
63. Gestor de operações hospitalares
64. Gestor de rede para indústria farmacêutica
65. Gerente de educação continuada na área de serviços clínicos


E aí, sua profissão está nessa lista? Acha que alguma carreira promissora ficou de fora? Conte pra gente nos comentários :)

19/04/2017

As 10 marcas mais influentes do Brasil


Os resultados da quinta edição do “The Most Influential Brands” no Brasil foram divulgados no último dia 6 de abril, em São Paulo, por Steve Levy, COO da Ipsos Canadá e idealizador do estudo.

Seguindo tendência global, as empresas de tecnologia dominam a lista das marcas mais influentes do Brasil: mais uma vez, o Google é a marca mais influente entre os brasileiros.

Veja também: 13 projetos do Google em seu aniversário de 18 anos que nem todos conhecem.

"A influência é realmente importante. É difícil de se conquistar, fácil de se perder", declarou Steve Levy.

A pesquisa é realizada em 19 países e avalia as marcas e seu poder de influência no comportamento e cotidiano dos consumidores, de acordo com 57 atributos. Eles medem, por exemplo, se a empresa faz parte do cotidiano dos entrevistados, se entende realmente as necessidades dos consumidores, inspira confiança etc.

Outro foco está em entender como outras cinco grandes dimensões – Liderança e Inovação, Confiança, Presença, Responsabilidade Social e Engajamento – estão correlacionadas com esta influência.

Globalmente, o desempenho médio das marcas nos principais parâmetros de influência foi: Confiança (25%), Engajamento (27%), Liderança e Inovação (23%), Responsabilidade Social (21%) e Presença (4%).

No Brasil, o levantamento foi feito via painéis online, com 2.016 pessoas.

Os resultados locais foram apresentados pela dupla de pesquisadores da Ipsos Flavio Gurgel e Ricardo Crestani. Segundo os especialistas, o peso de Liderança e Inovação foi maior, correspondendo a 37%, seguido por Responsabilidade Social (23%), Confiança (21%), Presença (11%) e Engajamento (8%).

No ano passado, os drivers que tiveram o maior peso na influência dos brasileiros também foram Liderança e Inovação, Responsabilidade Social e Confiança.

“É interessante ver o quanto a dimensão Responsabilidade Social é valorizada no cenário de crise moral e política pela qual passa o Brasil”, destaca Leda Kayano, Managing Director da Ipsos Marketing.

Bem... aposto que você está curioso(a) pra saber como ficou o ranking. Vamos a ele!

1. Google
2. YouTube
3. Facebook
4. Microsoft
5. Samsung
6. Nestlé
7. Netflix
8. Colgate
9. Havaianas
10. Caixa

O Google teve performance superior em dois parâmetros: Liderança e Inovação (44%) e Confiança (31%). Por outro lado, teve desempenho inferior à média nacional nos seguintes quesitos: Responsabilidade Social (18%), Presença (0%) e Engajamento (7%).

Outro dado que também chamou atenção foi o desempenho das chamadas local brands, marcas brasileiras que entraram pela primeira vez no ranking.

Havaianas, por exemplo, teve os seguintes números: Liderança e Inovação (39%), Responsabilidade Social (5%), Confiança (27%), Presença (29%) e Engajamento (1%). Já a Caixa, teve Liderança e Inovação (10%), Responsabilidade Social (41%), Confiança (35%), Presença (29%) e Engajamento (1%).


E você, o que achou desses dados? Quais marcas considera mais influentes? Conte pra gente nos comentários :)

17/04/2017

5 dicas para fazer Local SEO em 2017


Se você trabalha com  SEO já deve ter entendido que ele muda sempre. Aliás, profissionais de marketing precisam entender que as coisas sempre mudam com uma velocidade incrível e que precisamos sempre estar nos atualizando na velocidade da luz.

Mas vou listar aqui 5 dicas concretas de Local SEO. Ou seja, SEO focado em geolocalização que vai ajudar os seus clientes a encontrar você primeiras posições do Google. Bora lá?

Leia também: 


1 - Os títulos e as meta descrições continuam valendo!

Essa regra realmente não mudou. Bons textos de SEO tem suas palavras chaves colocadas em um bom título e também no corpo do post. 

As meta descrições, que estão em elementos de HTML, são muito importantes porque vão refletir todo conteúdo que há na postagem fazendo o conteúdo ranquear.

Jamais deixe de usar essa regra.


2 - Seu negócio em listas de negócios!

Algo que ajuda a ranquear bastante o Local SEO  é usar ‘listas de negócios’. Exemplo: ter a sua loja inserida em plataformas como Kekanto, Yelp, Foursquare e muitos outros, ajuda bastante aos usuários encontrarem sua empresa.

Algumas vezes, nestas listas, a sua empresa já deve ter sido inserida por outra pessoa que achou prudente colocar, mas é interessantíssimo que você peça a permissão pra gerir essa página e arrume os dados que ela possivelmente colocou.

Só pra não cair no desgosto de ter o nome da marca errado, um telefone indevido e muitas outras coisas que podem fazer o usuário não encontrar o seu negócio.


3 - Use o Google My Business

Nem todo mundo anda dando a devida importância ao Google Business e por isso acaba perdendo uma chance incrível de otimizar a geolocalização da empresa. O segredo para que dê tudo certo aqui é você preencher todas as partes de descrição do seu negócio.

O Google te incentiva a fazer isso com uma pequena barra de progressão que vai mostrando o quanto você já tornou 100% preenchido a sua empresa dentro da plataforma. Lá dá pra colocar os horários de funcionamento, telefone, fotos de dentro e de fora da empresa, ter seguidores e um local para reviews. Tudo isso combinado tem um poder de fogo incrível de geolocalização e que, é claro, é linkado com o Google Maps.


4 - Incentive os reviews

Falando em reviews as empresas finalmente estão percebendo a sua importância. E isso até que demorou, porque a gente já comenta sobre as empresas há muito tempo!

Principalmente no Google Meu Negócio: é importante por demais ter bons reviews lá. Porque quando você faz a busca é uma das primeiras coisas que surge e mostra o rate que o lugar tem e também o que as pessoas andam comentando sobre a empresa.

Os lugares mais fortes atualmente pra você gerar reviews é o Facebook e o Google. Se seus clientes estão indo nesses lugares e escrevendo bons reviews isso vai fazer a sua empresa ser facilmente encontrada na geolocalização.

Veja também: Like Building e as Notas do facebook


5 - Use dados estruturados

Apenas 31% dos sites estão trabalhando com dados estruturados.

Isso nada mais é do que as palavras chaves ligadas a linguagem do site. Quando você faz isso o Google aponta ainda mais para o seu site porque ele lê estas tags e entende que o melhor conteúdo a ser encontrado é o seu.

Se você ainda não faz isso, comece!

Essas são dicas bem simples de SEO, mas vão ajudar muito na busca e consequentemente nas vendas. 

Se tiver alguma dúvida é só comentar!

11/04/2017

8 motivos para acreditar na força dos vídeos


Nos últimos anos, a forma como vídeos são produzidos e consumidos, e até mesmo a quantidade de conteúdo veiculado tem mudado substancialmente.

Não à toa, este ano de 2017 tem sido apontado por muitos profissionais da nossa área como “o ano dos vídeos”. É claro que só o tempo vai nos dizer se essa previsão está correta, mas as informações a seguir reforçam a teoria.

Isso porque a IInterativa reuniu as principais mudanças do mercado audiovisual, que você já pode conferir e tentar aproveitar ao máximo a favor de sua empresa.

1. O FUTURO BEM PRÓXIMO DOS VÍDEOS:

Um estudo publicado pelo Syndacast prevê que 74% de todo tráfego de dados da internet, a partir de 2017, será de vídeo.

2. VÍDEOS NO FACEBOOK:

As visualizações de vídeo na rede social cresceram de 1 bilhão para 8 bilhões, em 2015. Enquanto isso, a visualização de textos vem caindo.

Além disso, o Facebook lançou vídeos ao vivo (live videos) no ano passado e já teve um grande número de adeptos.

Já comentamos aqui no blog, no post "Novo algoritimo do facebook que você precisa incluir na sua estratégia" sobre a mudança que o Facebook por conta dessa tendência.

3. VÍDEOS NO TWITTER:

Dos usuários do Twitter, 82% assistem a conteúdo em vídeo na plataforma.

4. VÍDEOS PARA O TIME DE VENDAS:

Uma estatística que vem se reafirmando ao longo dos anos: 44% dos usuários preferem aprender sobre um produto assistindo a um vídeo, algo que a Polishop já sabe há muito tempo.

5. APLICATIVOS DE VÍDEOS:

Hoje, aplicativos de vídeos e imagens já se encontram entre os mais baixados pela geração Z (13 a 24 anos). Vale ficar atento à onda que os aplicativos tiveram, nos últimos anos, de compartilhar vídeos instantaneamente.

Estes são os principais canais que desenvolveram o recurso: Instagram, Periscope, Snapchat, Vine e WhatsApp.

Veja também: 20 aplicativos grátis para deixar suas fotos e vídeos como verdadeiras obras-primas

6. INFOTAINMENT:

O termo em inglês é a mistura entre entretenimento e informativo. Ou seja, chegou um momento em que entregar apenas uma informação não é suficiente. 

Essa nova categoria de vídeo aposta na transmissão do conteúdo relevante de forma que o usuário se divirta.

7. E-MAIL VIDEO MARKETING:

O video marketing vem crescendo, nos últimos anos, por ser consumido de forma mais prática e atraente. Entretanto, ainda hoje, vídeo é um recurso distante quando o assunto é e-mail marketing.

Mas esse é um comportamento que está prestes a mudar: 2017 será o ano em que as marcas vão abrir mão de grandes e-mails de textos para vídeos interessantes.

8. REALIDADE VIRTUAL / AUMENTADA:

A partir do momento em que marcas como Google, Facebook, Samsung e Apple começam a olhar para uma nova tecnologia, é necessário ficar atento também. Em 2016, a tão falada realidade aumentada, que já atingia parte da população, sentiu o gosto da popularização com o lançamento do Pokémon Go.

Veja também: Pokemon Go - como as marcas aproveitaram esse frenesi

Bem... parece que esse tipo de mídia pode ser muito menos óbvio do que a gente imagina, não é mesmo?!

E você, o que pensa sobre o potencial que os vídeos têm? Conte pra gente nos comentários :)

O que as marcas vão precisar fazer para serem amadas daqui pra frente?


Estava lendo algumas coisas e vivendo marketing, como sempre.

Sabe, eu sou apaixonado por isso. Fiquei sacando como as marcas estão se tornando cada vez mais pessoais e fiquei refletindo sobre o que vem pela frente.

O que as marcas vão precisar fazer para serem amadas daqui pra frente?


O que vem lá na frente, a longo prazo, é difícil dizer, porque tudo tem mudado com muita velocidade. Mas especialistas podem dizer o que vem ao longo deste ano: marcas sendo mais sociais, criando eventos, tirando as pessoas do online para encontros pessoais, e respondendo suas dúvidas, questões e comentários em tempo real.

Isso já tem acontecido, é verdade. Vamos precisar de mais coisas e equipe para fazer tudo isso.

E é muito legal, porque gera emprego se a gente conseguir fazer tudo isso virar grana aqui nesse país onde a gente ainda precisa posicionar e educar o valor do marketing para os pequenos e médios negócios – até os grandes algumas vezes!

Marcas cada vez mais sociais

Em maio de 2016 o Uber, em parceria com a Cruz Vermelha do Sri Lanka e com a Colombo Municipal Council, criou uma campanha de doação para vítimas de uma chuva torrencial na cidade de Colombo, capital do Sri Lanka.

Isso funcionava da seguinte forma: Você entrava no app, selecionava a opção UberCare, e um motorista vinha buscar a sua doação de forma gratuita para ajudar as milhares de vítimas da tempestade.

Obviamente que isso deu um valor humano gigantesco para o Uber não só na região, mas no mundo, já que a notícia foi sendo replicada para várias partes do planeta.

Esse gatilho de ajudar a resolver o sofrimento do mundo funciona muito. É o que a gente chama na faculdade de marketing social, mas com uma pegada século 21 usando as novas tecnologias.

Empresas com visão holística sempre estarão na frente da concorrência e tornarão suas marcas mais amadas e queridas.

Algo além do que o responder comentários…

As marcas vão precisar ir além de responder as reclamações no Facebook. Vão precisar ir além do SAC 2.0. Elas vão precisar começar a desenvolver nelas uma consciência digital, mas que responda isso no offline.

Leia também: As 10 melhores ações de SAC 2.0 que você não pode deixar de ver.

Criando eventos, chamando as pessoas para causas sociais e para saírem das suas zonas de conforto e aí sim causar um real impacto e se tornar presencial e relevante na vida das pessoas.


Você está preparado pra isso?

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