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27/06/16

E os setores da propaganda, você sabe quais são?


Você se lembra de que, na semana passada, a gente relembrou o conceito de propaganda e conheceu a sua história?

Como ficou combinado, agora a gente fala sobre a definição dos seis setores envolvidos no processo de propaganda.

É uma explicação bem simples sobre todos eles. Afinal, cada um deles envolve conhecimentos bem específicos.

Utilizando-se novamente do livro “Propaganda de A a Z” de Rafael Sampaio – e aproveitando para sugerir a leitura do mesmo – vamos a eles:

ANUNCIANTE: também chamado de cliente, é a empresa, pessoa ou instituição que faz uso da propaganda para resolver algum problema de comunicação e, com isso, atender a uma finalidade específica e definida – geralmente a venda de produtos e serviços.

CORRETORES E AGENCIADORES: prestam algum tipo de auxílio e assessoria especializada ao anunciante e não devem ser confundidos com os profissionais de atendimento e venda dos veículos (chamados de contatos comerciais).

AGÊNCIA: empresa especializada na técnica e na arte da propaganda, reunindo, para isso, tecnologia específica e corpo de profissionais de diversas especializações, que se estruturam em departamentos (atendimento, planejamento, criação, mídia, pesquisa etc.) com funções específicas.

FORNECEDORES E PRODUTORAS: pessoas e empresas especializadas na produção das peças (anúncios, cartazes, comerciais, fonogramas etc.) de propaganda, trabalho que realizam diretamente para os anunciantes ou por intermediação e sob a coordenação de corretores e agências.

VEÍCULO: cabe ao veículo a divulgação da propaganda, levando as mensagens do anunciante até os consumidores. São muitos os tipos de veículos existentes, cada qual com sua característica e função específica.

CONSUMIDOR: objetivo final da propaganda. Pessoa, grupo, empresa ou instituição para quem as mensagens são dirigidas e da qual se espera uma reação favorável ao anunciante.


E você? Já trabalha ou gostaria de atuar em algum desses setores? Conte pra gente nos comentários :)

O Conhecimento tem preço ou valor?


Acredito que você já se pegou pensando entre fazer investimento em um curso, ou partir para as vídeo aulas, tutoriais, ebooks e cursos gratuitos pela internet. 

Eu mesma, já me peguei nesse dilema inúmeras vezes. Primeiro porque tenho facilidade, e gosto, de aprender algo no meu ritmo. E em segundo lugar o custo, que dispensa muita explicação.

Na área de marketing, e comunicação, há diversos sites, e até mesmo instituições, que disponibilizam cursos gratuitos (Espm, Fgv, Insper, até mesmo o Google). Mas é fácil de encontrar materiais ligados a outras áreas, que podem te ajudar, como: vendas, psicologia e softwares. Sobre os cursos pagos, até mesmo via web, não é preciso muita procura. A cada dia surgem cada vez mais “experts” em determinadas áreas, e cursos novos lançados no mercado. Os cursos presenciais não ficam longe, porém, o investimento sempre é um pouco maior.

Agora vamos a uma comparação rápida entre investir, ou não. 


Grátis x Pago

Primeiro passo, tenha em mente qual o seu objetivo. É fundamental saber o que você pretende com o tempo dedicado em aprender. A partir dessa resposta já é preciso analisar os prós e contras de ambas as partes.

Em um curso pago a primeira vantagem da lista é a disponibilidade de alguém que possa tirar suas dúvidas na hora. Não tem há espaço para aquele sentimento de “me perdi”. Outra vantagem é o foco, já que em uma sala de aula você não corre o risco de ouvir seu vizinho com o som no ultimo volume, ou sofrer a tentação da soneca pós almoço de final de semana, caso você escolha por um formato presencial. 

Não podemos esquecer de duas partes que contam muito, os exercícios, são eles que fixam a matéria na prática, e o certificado com reconhecimento da instituição e as horas previstas na grade. As desvantagens além do preço, que muitas vezes chega a ser exorbitante, principalmente se você se enquadra na figura universitária, é o deslocamento, e muitas vezes a metodologia utilizada.

Já nos cursos gratuitos, especificamente pela web, você pode estudar dentro da sua disponibilidade. Normalmente os conteúdos ficam disponíveis até um mês após o seu cadastro. A maioria das plataformas utilizam recursos bem didáticos como games, testes e vídeos para que você assimile da melhor forma. Não é preciso citar que muitos oferecem certificado, e sem custo. 

Porém, você perde a oportunidade do contato humano, o networking, tão conhecido atualmente. Outra desvantagem também é em relação as dúvidas, nestes casos você não possui um tutor tão presente quanto no curso pago. O que dificulta um pouco a compreensão. Nesse quesito, as vídeo aulas também se enquadram.

Antes de qualquer escolha, pense sobre o impacto desse tempo dedicado no seu dia a diae faça a sua escolha baseado em critérios como a grade do curso, a metodologia utilizada, a plataforma ou a infra estrutura oferecida, o currículo do profissional que ministrará as aulas e o valor se está de acordo com a proposta do curso e a quantidade de horas oferecidas. Nem sempre cursos muito caros possuem uma relação custo beneficio favorável, assim como nem todos os cursos gratuitos são ruins.


E agora, ficou mais fácil decidir?

Conta pra gente na nossa pagina do Facebook, ou do LinkedIn, como esse artigo te ajudou a tomar uma decisão!


6 coisas que fazem você ser um profissional interessante


Algumas pessoas são naturalmente interessantes. Elas tem um certo magnetismo cativante que ajuda e muito na criação de relacionamentos entre empresas, negócios e clientes.

Pessoas interessantes são verdadeiras facilitadoras - as coisas fluem com elas. Pensando nisso, leia 6 coisas que tornam essas pessoas ser quem são.


1. Paixão movem os interessantes

Pessoas interessantes são completamente apaixonadas pelas coisas que fazem. Tal coisa é um dos seus principais combustíveis. Falar dessas paixões, viver essas paixões e compartilhar essas paixões com outras pessoas as fazem ser ainda mais queridas. É possível ver aquele brilho nos olhos no rosto de cada uma dessas pessoas - e é algo contagiante!


2. O novo sempre é interessante

Pessoas que buscam novidades sempre serão interessantes. E isso faz com que elas atraíam cada vez mais pessoas que vão admirá-las e apoiá-las.

Novidades sempre as farão descobrir novas coisas, novas habilidades, novas formas de mercado. E isso faz com que essas pessoas tenham mais conteúdo, mais histórias pra contar.


3. Todo mundo tem suas estranhezas

Algo que é como um imã são as peculiaridades e os interessantes não tem medo de mostrar as suas - aliás é o que os tornam mais magnéticos.

As pessoas sempre são muito curiosas a respeito de tudo. Demonstrar as estranhezas gera identidade, gera pertencimento. No geral, networking.


4. Elas não amorfas!

Pessoas interessantes criam seus próprios métodos, sua própria forma de pensar e não ligam para as críticas. Seguir o agenda setting não está no métier de uma pessoa interessante.

Isso é magnético!


5. “Sem egocentrismo aqui”

Pessoas se tornam interessantes quando deixam de pensar em si o tempo todo e passam a tentar entender e tornar a vida das pessoas mais fácil.

Pessoas interessantes mataram seu ego e isso retira a fronteira que existia na construção de bons relacionamentos em suas vidas.

Aliás, uma vida plena só  pode existir quando compartilhada com outras pessoas. Quando vivida para outras pessoas.


6. “A alegria só é completa quando compartilhada”

Frase de Christopher McCandless, do “Na natureza selvagem”, uma pessoa pra lá de interessante que influencia muita gente da nossa geração.

Christopher entendeu que precisa compartilhar suas experiências e conhecimentos com o mundo. Isso frisa que pessoas interessantes compartilham suas descobertas. Elas não querem guardar essas coisas só pra si.

Todos nós somos interessantes. Todos nós podemos nos tornar cada vez mais interessantes. Porém, fórmula perfeita não há. Mas ter humildade de coração e sempre procurar aprender e estar no lugar do outro é um dos caminhos.


Você se considera uma pessoa interessante?

            

5 startups que deram um chega pra lá na crise e capitalizaram oportunidades digitais


De acordo com uma pesquisa realizada pelo Instituto Sou Mais Jovem, entidade que coordena ações de incentivo e apoio ao empreendedorismo no Brasil, 67% de jovens entre 14 e 25 anos desejam ter seu próprio negócio.

Em um cenário de incertezas no mercado de trabalho, com o nível de desemprego cada vez maior, muitos buscam empreender como uma alternativa

Risco é risco. Por que em uma situação de fragilidade macroeconômica, em que a competição é menor, você não os aceita e cai de cara no mundão? 

É no ambiente digital que muitos deles estão se destacando atualmente – através de inovações que permitem suas startups se diferenciarem.

Listamos abaixo 5 startups lideradas por jovens que decidiram inovar com soluções mobile e para internet.


1. Luan Gabellini e Felipe Cataldi – Betalabs

O comércio eletrônico é um segmento que continua apresentando crescimento, independente à crise. Em 2016, o setor deve crescer 8%, de acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm).

Observando esse nicho, os empreendedores Luan Gabellini e Felipe Cataldi, de 26 anos, criaram Betalabs. A startup tem o objetivo de auxiliar a gestão e controle de lojas virtuais.

A plataforma conecta a área de vendas com a de contas a receber, abolindo a necessidade de circulação de informação entre uma e outra e utiliza a tecnologia na nuvem, o que permite acesso em smartphone e tablet em qualquer lugar.


2. João Paulo Camargo – Eu Entrego

Com uma iniciativa inovadora e a missão de revolucionar o sistema de entregas brasileiro, o empreendedor João Paulo Camargo, de 35 anos, criou o Eu Entrego, um aplicativo que conecta pessoas e empresas à comunidade de entregadores independentes, oferecendo uma alternativa fácil, flexível e de baixo custo para levar ou trazer qualquer coisa de qualquer lugar 24 horas por dia.


3. Miguel Andorffy – Me Salva!

O objetivo do jovem Miguel Andorffy, de 25 anos é complementar o conteúdo de alunos do ensino médio e superior.

Baseado na sua experiência em transmitir conhecimentos em disciplinas que os demais estudantes têm dificuldades, Andorffy criou o Me Salva!, uma plataforma educacional com vídeo-aulas, simulados, exercícios e outros conteúdos para auxiliar alunos.

Criada em 2014, a startup já conta com mais de 70 milhões de aulas assistidas e espera atingir este ano 15 milhões de estudantes.


4. Cristian Aquino e David Abuhab – Camerite

Monitoramento por câmera para garantir a segurança sempre foi algo custoso por ter de contar com investimento em equipamentos como câmeras.

Para diminuir esse custo e torná-lo acessível, os empreendedores Cristian Aquino e David Abuhab, de 30 anos, criaram a Camerite, startup que tem por objetivo levar o monitoramento para o universo online.

O aplicativo, disponível para Android e iOS, permite a qualquer pessoa utilizar uma câmera IP conectada para realizar a transmissão 24h com gravação segura de todo o conteúdo na nuvem.


5. Luca Cafici e Diego Fischer – InstaCarro

Vender o carro pode ser um processo burocrático e desgastante. Para facilitar esse processo, os empreendedores Luca Cafici e Diego Fischer criaram a InstaCarro.

A startup tem uma proposta simples e eficiente: viabilizar negócios rápidos, seguros, transparentes e com os melhores preços de lojas e concessionárias para quem quer vender o seu carro.

O veículo do usuário é ofertado para mais de 400 lojas e concessionárias do Brasil em até 1 hora. Depois, o vendedor recebe múltiplas ofertas, escuta a maior e, se aceitar, é pago na hora.



Fonte: StartSe

20/06/16

Re-Ciclando – Sebo, e a arte de dar novo sentido as prateleiras


Na Mkt News temos a seção Na Estante com dicas de livros, artigos, e outras recomendações de leitura. 

Basta ir até a livraria mais próxima, ou buscar no Google Shopping, para analisar, e comparar o valor dos preços disponíveis de modo geral. Mais exorbitante ainda, é a diferença entre os livros ligados a tecnologia, comunicação e negócios, já que em tempos de crise, muita gente está investindo em diversas formas de empreender, ou entender, como passar por esse período da melhor forma possível, preservando seu equilíbrio financeiro.

O post de hoje é uma sugestão de leitura, e (porque não?)  até de hábito. 

Nos grandes centros, principalmente em São Paulo, a rotatividade de livros é muito grande. Nem todos os consumidores de livros, em sua maioria, sonham com uma biblioteca dentro de casa. E quando o assunto não é dos mais interessantes, o livro acaba em um sebo, ou no pior dos casos, no lixo, infelizmente.

A dica de nosso primeiro tesouro encontrado no sebo é o livro “A revolução das Mídias Sociais”, do André Telles. 

Literalmente um achado. Entre vários títulos de comunicação e administração, lá estava ele. 

A edição é de 2010, e estava em perfeito estado. E acreditem, custou apenas R$10,00

Sim, o livro está um pouco “parado no tempo”, mas aqui fica a proposta dessa postagem: Um livro fora de circulação pode oferecer conhecimento mesmo depois de atualizações constantes sobre o assunto abordado?

E posso afirmar com toda certeza: Sim! Claro que devemos nos atentar para os seguintes tópicos:

Assunto abordado – no caso especifico deste livro, o foco são as mídias sociais. Alguns conceitos e definições da área ainda podem ser utilizados e aplicados.

Data da edição – o livro trata de uma edição de 2010, ano em que algumas redes como Flickr e Orkut eram cotadas para qualquer tipo de campanha on line. É preciso que você tenha em mente essa diferença cronológica.

Dicas Apresentadas – as estratégias apresentadas são um pouco ultrapassadas. Caso você esteja estudando desde o começo do grande boom das mídias sociais, ele te dará um ótimo comparativo de tempos passados, para a atualidade. Mas se você for um mero leitor, que visa conhecer todo o processo das redes, ou iniciar seus estudos nessa área, o livro é uma boa dica. Ele apresenta algumas dicas de elaboração de descrições e funções de cada ferramenta. É uma boa base para que você possa entender cada rede, suas diferenças e particularidades.

Como base de estudo, acredito que esse livro em especifico, pode produzir um novo ciclo de conhecimento para seu leitor. 

O conhecimento sempre se transforma, e acredito que os livros, independente da sua “idade”, podem sim oferecer informações relevantes, e a um custo acessível. 

A ideia dos posts “Re–Ciclando”, é oferecer dicas de leitura que ofereçam um custo beneficio dentro dos cenários dos sebos de São Paulo

Levando em conta o assunto abordado dentro de marketing, a relevância da leitura dentro de um contexto específico – quem pesquisa sobre o assunto, e leigos, e por último, demonstrar que é possível retirar de edições já vistas como “ultrapassadas” conceitos ainda aplicáveis e de forte importância.

Basta um pouco de paciência para procurar entre as prateleiras, e boa vontade na leitura!


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