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25/08/16

Logos famosos recriados com Lettering como você nunca viu


Inserir o próprio estilo em coisas que já existem é um ótimo exercício para qualquer profissional criativo, e o mais legal é que funciona com praticamente tudo: ilustrações, animações, sites e… logos!

O especialista em lettering e designer David Millan, decidiu recriar alguns logos famosos utilizando seu estilo de lettering no projeto TypeMyBrand.

Algumas marcas conhecidas como Gatorade, Nutella, Red Bull e Netflix tiveram seus logos “letteringzados”. 

É claro que o resultado ficou fantástico!

Aliás, se você gosta de lettering, vai gostar desse artigo, desse outro e desse aqui também!

Confira:












Agora sua opinião: Ficou ou não fantástico?


Fonte: Designerd 

24/08/16

[Resenha] "O Estrategista em Mídias Sociais", de Christopher Barger



Nas livrarias, as prateleiras relacionadas a marketing estão cada vez mais recheadas de títulos sedutores, capas chamativas e verdadeiras formulas milagrosas do sucesso

É praticamente impossível sair de mãos vazias.

Recentemente comprei o livro “O Estrategista em Mídias Sociais”, do Christopher Barger. 

O livro é com edição de 2013, um livro considerado até novo pelo mercado. O subtitulo propõe o desenvolvimento do programa de mídias executado de dentro para fora da empresa. Até esse ponto, ok. 

A proposta é feita em 2 etapas fundamentais: 

  • 1) A fusão de diversas áreas no programa, e; 
  • 2) Como executar esse plano de forma coordenada
Pra quem procura as estratégias propriamente ditas, não aconselho o livro. 

Alguns conceitos são bem batidos, mas acredito que para quem busque informação no campo de gestão, liderança ou desenvolvimento de equipe nessa área, o livro possa auxiliar bastante.

Há diversos tópicos relevantes, mas foco apenas nos 7 principais para um programa sem bem sucedido a longo prazo, de forma resumida:


1- Englobar a empresa como um todo

Estar a frente de um programa desse porte exige mais do que um profissional "heave user" das ferramentas, é necessário jogo de cintura. Ter fácil acesso a diversos departamentos como: T.I, marketing, comunicações, atendimento ao cliente e relações públicas. É preciso apoio dessas áreas nas mais diversas tarefas.


2- A importância do consenso

Não se chega a lugar algum sem um objetivo traçado. O planejamento é justamente o momento em que ideias são debatidas, hipóteses levantadas, e necessidades ajustadas. O setor de mídias sociais não pode traçar um objetivo fora de paralelo com os demais setores. Justamente por ser um canal da empresa é importante que todos falem a mesma língua, caminhem na mesma direção. Além de otimizar recursos, se evita campanhas desconexas, informações repetidas e confusão na cabeça do seu público.


3 - O tal "evangelista"

O "glamour" do porta voz da marca dentro do universo digital. Aquele que receberá os aplausos pelas grandes iniciativas, mas receberá as críticas quando algo sair dos trilhos. Mesmo que não tenha apoiado determinada ação. Esse é o rosto que terá o trabalho de evangelizar todos os colegas de trabalho, mostrar a importância das ações e o projeto como um todo. E garantir a colaboração de modo geral. 

O evangelista é aquele que não só vende, mas aquele que muda um comportamento, ou percepção do consumidor em relação a sua marca. É o cara que está ligado em todas as tendências e burburinhos que rolam no meio digital e fora dele. Nada pode passar despercebido.


4- Medir resultados é preciso

Aqui no Mkt News nós já falamos sobre métricas e a importância de mensurar resultados de marketing digital. Aqui é importante mensurar também o que seu projeto visa alcançar, os objetivos, expectativas e até as falhas. Não podemos menosprezar as atitudes que não funcionaram com algo extremamente negativo. Esse tipo de ação também traz aprendizado, e não deve ser motivo de vergonha.


5 - Construir relações de parceria

Reforçando um pouco do primeiro tópico, o autor frisa bastante na questão de que é preciso trabalhar em parceria, e não como uma atividade independente da empresa. Pelo contrário, ela precisa convergir e atender os diversos objetivos da empresa dentro de um mesmo canal. E principalmente, respeitando o código legal da organização. Assim como há códigos de conduta organizacionais para diversos setores, a equipe de mídias precisa estar alinhada a sua diretriz.


6- Elaboração da politica de uso

É preciso que todos tenham acesso, e conhecimento da diretriz para uso das diversas plataformas. Como um manual de boas praticas. Ela se estende não apenas a quem manuseia diretamente, mas a todos os funcionários da empresa. Deve ser elaborada mais ou menos no mesmo formato de uma cartilha de compliance, para facilitar sua compreensão.


7- Investir em educação corporativa

Fundamental treinamentos sobre como funciona cada plataforma e o que a empresa espera de quem as manuseia, como lidar em situações difíceis e a qual área direcionar contato em situação específica, podem ajudar bastante um recém chegado. E até mesmo para "relembrar" os mais antigos de casa de como tudo deve funcionar. Esse tipo de ação é importante pois permite que haja o alinhamento entre departamentos, de acordo com sua especialidade, e pautado pela politica de uso.


Como já relatado em outros textos aqui no MKT News, não há uma “receita pronta” dentro do marketing. 

Muitas vezes utilizamos de testes de erro e acerto, para efetivamente entender o que podemos (ou não) realizar dentro da execução de mídias sociais. Nem sempre o setor é composto só por pessoas apenas do marketing, comunicação, atendimento ao cliente ou relações públicas.

O ideal é que o time seja montado de acordo com as habilidades e objetivos que a empresa visa alcançar, e sempre de forma unificada. Tanto com relação aos diversos objetivos de cada setor, como na forma como essa informação chegará ao público.

Acredito que marketing propriamente dito, o livro não aborda. Mas no aspecto de gestão e analise de cases, seja uma boa opção para quem está a frente de um programa de mídias sociais e busca uma luz para conciliar conhecimento e liderança.


22/08/16

[Case] Como engajar seu público através de uma experiência inesquecível


Hoje vamos falar sobre uma experiência específica, onde uma marca realmente soube proporcionar algo de valor para o seu público. Trata-se de uma ação do cantor Ivo Mozart.

Primeiro, ele publicou um vídeo nas redes sociais convidando seus fãs a participarem de uma promoção.

O processo era bem simples: você enviava uma mensagem para uma página do Facebook, dizendo seu nome e demonstrando interesse em participar de um show dele, na mesma semana.

Aproximadamente 60 pessoas, de todo o Estado de São Paulo, foram selecionadas. 

A equipe responsável pelo evento entrou em contato com os escolhidos e o próprio músico gravou um vídeo personalizado para cada uma dessas pessoas – com exceção dos acompanhantes e das que foram chamadas a partir da lista de espera.

Depois dos pagamentos por depósito, no dia e horário marcado, lá estavam os convidados na frente da casa de uma amiga do cantor, em um bairro nobre da capital paulista.

A exceção que faz a regra nesse caso: atrasaram e, consequentemente, demoraram muito para atender.

Depois que todos já estavam lá dentro, aí o negócio decolou.

Ainda no quintal, uma moça recepcionou os convidados de três em três, enquanto a outra sugeriu algo, no mínimo, curioso: ela entregou um papel e uma caneta para cada um, e pediu que escrevessem um problema do mundo e depois colocasse fogo. A ideia era não levar energias negativas para dentro da casa.

Algo realmente alinhado com o que a “marcaacredita. Genial!

Já chegando na porta, o próprio Ivo Mozart recebeu a cada um dos fãs. Distribuiu abraços e já quis tirar foto. Deixou todos à vontade, falou um pouco sobre o local e pediu desculpas pelo atraso. Não é preciso dizer que simpatia e empatia são fundamentais, né?!

Ah, sim! O local. No lado de fora, um quadro para quem quisesse pintar e relaxar um pouco. No lado de dentro, a casa fora toda decorada com as coisas do músico.

Assim que terminou de recepcionar os convidados, ele chamou a galera para a parte de cima da casa e gravou um vídeo com todo mundo na beira da piscina.

Depois, todos desceram, colocaram almofadas e pufes no chão e, então, ele apresentou suas novas composições (são muitas!), algumas até com amigos convidados. Pediu a opinião das pessoas sobre cada uma delas e, por fim, três performances foram filmadas.

A ideia principal, no fim das contas, estava ali. Ivo é do tipo que não gosta de ficar parado e, quando não está fazendo seus shows, curte gravar algumas séries, que ele mesmo cria. Esta, por sinal, vai se chamar “Na Sala”, ou coisa assim.

Basicamente, ele já tinha o que precisava. Mas é aí que vem a demonstração de como proporcionar a melhor experiência possível para o seu público.

Som na caixa, uns petiscos à vontade e open bar. Enquanto isso, ele tirava fotos com quem quisesse usar os figurinos dele – fotografia, aliás, que foi entregue na mesma noite!

Parece que foi muito bem executado, não é mesmo? Só que não para por aí.

Depois de tudo isso, ainda teve um show particular. O cara cantou seus maiores sucessos (entre eles, A Festa, Vaga-lumes e Anjos de Plantão). Celulares nas mãos de quem quisesse filmar ou fotografar, claro.

Aproveitando-se o clima de êxtase, algumas pessoas ainda foram convidadas para gravar depoimentos para ele. Equipe profissional para fazer a filmagem e, não tenho dúvida, para usar bem o material futuramente.

Agora imagine quanto toda essa ação não tende a gerar buzz, sobretudo nas redes sociais, nos próximos dias – confesso que estamos falando de algo que ocorreu recentemente.

Sensacional. Se alcançados os resultados esperados, os clientes (fãs) terão sido fidelizados; os prospects (no caso, os acompanhantes) terão virado clientes; e o restante do target terá tomado conhecimento sobre a marca!

E por que esse exemplo?

Bem, diariamente, vemos ações de marcas que tentam estabelecer uma boa relação com seu público. Acontece que, muitas vezes, elas se esquecem de que precisam agregar valor à vida dessas pessoas, e isso ocorre, geralmente, com conteúdo relevante e experiências ricas.

Ou nós, publicitáriosprofissionais de marketing, entendemos isso, ou vamos acabar dançando o sertanejo, o funk e o tecnobrega da concorrência.

Marketing e a Terceira idade: os desafios para (re)conquistar essa parcela de mercado



A cada estudo do IBGE, é possível notar o aumento da população que se enquadra na faixa da terceira idade

A grande tendência, é que o Brasil aumente sua população dentro da faixa dos 60 anos, e haja uma diminuição da taxa de natalidade. O que nos tornaria um pais com mais idosos, do que nascimentos.

Em 2013 a estimativa de rendimento de todos os brasileiros enquadrados dentro dessa segmentação foi de 446 bilhões de reais, representando 21% do total do pais. Grande parte é composta pelo perfil da classe média, mas ainda contamos com idosos analfabetos e de baixa renda.



O que eles pensam?

Aproveitar a vida

Esse é o lema do target que trabalhou durante muitos anos, e até na mesma empresa, construíram carreira, criaram seus filhos, e agora mimam os netos. 

Em decorrência da idade, e muitas vezes da profissão, é necessário uma atenção especial em relação a saúde. 

Engana-se quem pensa que eles só pensam em remédios, culinária e utilidades domésticas! 

Festas, cursos universitários, viagens, cosméticos e novidades tecnológicas estão entre as preferências de compra dos idososJá que para eles, idade não é empecilho para a realização de uma compra. 

Ainda que muitas marcas esqueçam de “ativar” esse público alvo, ou de manter esse cliente por perto.



É preciso repensar a publicidade?

Sim! 

O brasil possui uma grande parcela da população dentro da faixa etária dos 60 aos 85, e a cada levantamento feito IBGE é nítido o aumento na estimativa de vida. 

Isso significa que daqui alguns anos, o brasil será composto em sua maioria por idosos, e será preciso repensar o perfil de compra do brasileiro.

Os consumidores da terceira idade de hoje, foram arrebatados no inicio de sua vida financeira por diversas marcas, conquistaram muitas vezes sua  preferência, mas devido a estratégias de mercado foram “deixados de lado”

Grandes marcas lançam campanhas fascinantes, investem em estratégias de buzz marketing, links patrocinados, promoção de vendas, mas visando novos consumidores. Esquecem de quem cresceu, gerou frutos e amadureceu junto da marca.



E como chegar até eles então?

Experientes, positivos e resilientes

Maioria das compras feitas em sites de compras feitas por idosos do sexo masculino, com 52% de acordo com Pesquisa feita pela Meio & Mensagem em 2012. Então, significa que a sua linguagem precisará ser adequada, sua mensagem precisará de uma linha de raciocínio diferenciada e sua estratégia desenvolvida especificamente para esse público.

Por incrível que pareça para algumas pessoas, eles possuem acesso a redes sociais

Sim, eles possuem celular, computadores, assistem videos no youtube, e fazem compras on line, recomendam produtos e fazem criticas quando algo não sai como previsto.

Vale ressaltar algumas dicas para facilitar seu contato: 

  • Evite mensagens complexas, que podem gerar dúvida, não são uma boa aposta. 
  • Jargões de venda em cima de venda, também não são boas opções. 
  • É preciso detalhar seu produto, demonstrar como ele funciona, o que ele pode fazer. 
  • Um canal no Youtube pode te ajudar nessa missão!
  • Esqueça corpos esbeltos, preze pela elegância e conforto
  • Invista em modelos reais! Demonstre que é possível ser elegante e confortável. 
  • Exalte a beleza, as experiências da sua marca com o público. 
  • Construa uma relação de confiança nas redes sociais!
  • Evite assuntos polêmicos, invista em mensagens positivas. Quem possui experiência de sobra não se sente confortável com alguns assuntos. É preciso respeitar todos os gêneros. 
  • Cuidado com seu posicionamento!
O bom atendimento também é fundamenta nesse momento para a experiencia com a marca, e futuramente, a recomendação do seu produto. Um site que ofereça um canal de atendimento preparado e diversas formas de contato sai na frente em relação a concorrência!

Converse, peça opinião, atenda bem, ajude, promova debates, troca de experiências. Eles ainda estão engatinhando na transição do físico para o virtual, e muitos possuem dificuldades. É preciso estar preparado para oferecer mais do que um produto.

É um público que pede atenção do mercado para suas necessidades, duvidas e críticas, e as empresas que ousarem na sua forma de comunicação e estratégias, conquistará não só uma parcela de mercado, mas clientes fidelizados. 

E você, está pronto?


17/08/16

Os conselhos inspiradores de Jobs no famoso discurso em Stanford


Doze de junho de 2005. Mais de onze anos se passaram e o discurso proferido por Steve Jobs aos formandos da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, ainda é uma rica fonte de reflexão e inspiração para as pessoas e, sobretudo, para empreendedores.

E não é por acaso. Na verdade, nem é preciso estar atuante no mercado para se interessar pela vida daquele que era, naquele momento, diretor-executivo da Apple Computer e da Pixar Animation Studios.

Algo que, segundo ele próprio, nem teria acontecido se não o tivessem demitido da empresa que ele mesmo criou.

Na ocasião, ele vai até o microfone, se diz agradecido e afirma ser uma honra estar ali. Daí em diante, ele passa a ser Jobs.

Fala sobre o fato de ter optado por não concluir a faculdade e, então, resolve contar três histórias.

A primeira delas é sobre o que ele chama de ligar os pontos. Conta como tudo aconteceu na sua vida, desde antes do seu nascimento, passando pela sua adoção e chegando à época da tal faculdade, e como suas decisões pessoais influenciaram até mesmo na criação do Mac.


“Os pontos só se conectam em retrospecto. Por isso, é preciso confiar em que estarão conectados, no futuro. É preciso confiar em algo - seu instinto, o destino, o karma. Não importa. Essa abordagem jamais me decepcionou, e mudou minha vida.”


Depois, sobre amor e perda. Ele diz ter descoberto o amor cedo em sua vida. Isso porque criou a Apple na garagem da casa de seus pais, junto com Steve Wozniak, aos vinte anos de idade.

Com muito trabalho, a empresa chegou ao Macintosh, quatro mil pessoas e US$ 2 bilhões, e ele ainda tinha só 30 anos. E o que veio depois disso?

Ele foi despedido.

Em cinco anos, criou a Pixar, então o estúdio de animação mais bem-sucedido do mundo, e a NeXT, posteriormente comprada pela Apple, o que possibilitou seu retorno à empresa.


“É preciso encontrar aquilo que vocês amam - e isso se aplica ao trabalho tanto quanto à vida afetiva. Seu trabalho terá parte importante em sua vida, e a única maneira de sentir satisfação completa é amar o que vocês fazem. Caso ainda não tenham encontrado, continuem procurando.”


E, por fim, fala sobre a morte. Ele comenta sobre o diagnóstico do câncer e que, segundo os médicos, sua expectativa de vida era de três a seis meses – de fato, seria essa a causa de sua morte, mas apenas sete anos depois.

Um ano após ter passado por essa situação, ele reforça a mensagem de que cada dia deve ser vivido como se fosse o último.


“O tempo de que vocês dispõem é limitado [...] tenham a coragem de seguir seu coração e suas intuições, porque eles de alguma maneira já sabem o que vocês realmente desejam se tornar”.


Ele finaliza sua “aula” citando Stewart Brand: “Mantenham-se famintos”.

Realmente inspirador, né?!

E se você ficou interessado pelo discurso, pode assisti-lo na íntegra e legendado no vídeo abaixo. A duração é de aproximadamente 15 minutos.


Agora fique à vontade, caso queira contar pra gente o que você achou :)
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