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26/09/16

Dados e benefícios dos Mobile Games: a nova aposta das marcas


Quem não curte um joguinho no celular, não é mesmo? 

Foi pensando nisso que a indústria de games se desenvolveu tanto nos últimos anos.

E se alguma empresa pensa em pegar carona nessa história, os números parecem indicar aí uma boa oportunidade.

Confira:

USUÁRIOS: um levantamento do Facebook apontou uma preferência de 73% dos brasileiros por mobile games. São mais de 54 milhões de usuários no país. Isso equivale a toda a população da Suécia... cinco vezes!

TEMPO MÉDIO: vem crescendo nos últimos anos. Se, em 2012, era de 1 hora e 20 minutos por dia; em 2014, esse número já tinha subido para mais de 2 horas.

PLATAFORMA: entre os sistemas operacionais mais usados pelos brasileiros, Android é o principal, com 65%. iOS tem 27%, e Windows Phone, 3%.

RECEITA: jogos foram responsáveis por 90% das receitas das principais lojas de aplicativos para Android. Para iOS, a fatia é de 75%.

SEXO: mulheres são a maioria, desmistificando o pensamento de que gamers, em geral, são garotos nerds. São 53% contra 47%.

FAIXA ETÁRIA: aqui, cai mais um mito. Crianças e adolescentes não são os principais públicos! Pessoas que têm entre 25 e 34 anos de idade são as que ocupam essa posição, com 35%; seguidas pelas que têm 16-24 e 35-54 anos, com 31% e 27%, respectivamente.

TIPO DE JOGO: mais da metade dos jogadores brasileiros (55%prefere jogos de estratégia.

COMPRAS: gamers não se importam em pagar de 5 a 15 reais em jogos para dispositivos móveis.

Ok. E por que apostar neles?

Apenas em 2015, o faturamento total dos mobile games no país superou a casa do 1 bilhão de reais.

Além disso, somente em 2015 também, alguns mobile games faturaram quantias equivalentes à de megaproduções cinematográficas.

Para se ter uma ideia, R$872 mi foi o faturamento total de “Batman vs Superman: A Origem da Justiça”. Pois bem, Fire Age 3 teve R$800 mi, e Clash of Clans, nada menos do que R$1,3 bi.

Claro que a gente não pode se esquecer do tão falado Pokemon Go, o principal jogo de 2016, que faturou mais de R$500 mi em apenas um mês (com informações da IInterativa).


E você, o que tem a dizer sobre suas experiências nesse universo? Conte pra gente nos comentários :)

O que é Colaboração em Massa e como ela está mudando o mercado


Você pode não estar familiarizado com o termo “colaboração em massa”, mas pode ter certeza que você participa ativamente de projetos que envolvem esse conceito.

Estamos em uma Era em que os consumidores estão mais do que nunca envolvidos nos processos de busca de informação no momento de compra.

Algumas empresas, na maioria das vezes as maiores, estão cada vez mais investindo em equipes treinadas para se aproximar dos consumidores através do meio on-line.

É dentro desse turbilhão de influências que surge o termo “colaboração em massa”.


Colaboração em Massa

Milhões de pessoas espalhas pelo mundo utilizam canais digitais como blogs, vídeos, aplicativos e transmissões pessoais para expor sua opinião sobre o mundo. 

Dentro desse contexto, os clientes se tornam “prosumers”, contribuindo na criação de bens em vez de simplesmente consumirem o produto final.

Talvez um dos maiores projetos de colaboração em massa que tenha se popularizado seja a Wikipedia. Perceba que todo conteúdo desta wiki é criado pelos próprios utilizadores, que colaboram entre si para a construção do resultado final.

O Youtube, uma marca que vale bilhões de dólares se sustém por completo nos conteúdos enviados pelos próprios usuários do site. Assim, há uma colaboração em massa para que seja criado um espaço virtual exatamente no formato que os usuários gostam.

A Google não precisa se preocupar em descobrir qual o tipo de conteúdo que as pessoas gostam para poder criar conteúdos para elas. São as próprias pessoas que compartilham, cada vez de forma mais profissional, os conteúdos que mais lhe agradam.

Empresas inteligentes estão estimulando, em vez de combater, o crescimento vertiginoso de enormes comunidades online para impulsionar a colaboração em massa.


No Brasil

No Brasil podemos citar o case da Fiat, o qual criou um conceito de carro 100% baseado nas opiniões, dicas e sugestões de milhares de pessoas que sempre quiseram participar da criação de um carro.

O resultado disso? 

O Mio, um carro conceito que trouxe para a marca diversas ideias de podem ser implantadas em futuros carros da marca.



A Tecnisa é outro case interessante, que inovou ao abrir as portas de seu escritório para seus próprios clientes apresentarem soluções de construções para a empresa, em troca de prêmios em dinheiro.

Outro case interessante muito conhecido é a Camiseteria, site que possibilita que sua própria audiência crie (e divulgue) as estampas criadas. 

Dessa forma, não só o site sai ganhando, tendo diversas estampas de criativas de roupas para vender, mas os próprios usuários acabam podendo divulgar sua arte e gerar uma renda extra com ela.


Somos uma Família!

Linux, Firefox, Reclame Aqui e tantas outros projetos de sucesso são construídos pelos próprios usuários. 

Aos olhos dos empreendedores isso pode ter como ponto mais valioso o fato de economizar milhares de reais em pesquisa de mercado

Porém, a colaboração em massa vai além disso. 

Ela faz com que não somente o produto tenha a cara daqueles que o criam, mas que seja algo em que eles se sintam cada vez mais parte disso.


O Milk-Shake mais digital que você já viu!



Nos últimos dias a internet foi tomada por um assunto bem doce e gostoso, o tradicional e famoso milk-shake de Ovomaltine.

A marca era usada pelo Bob’s, mas recentemente a exclusividade de uso mudou para nada mais e nada menos do que o querido McDonald’s. E essa mudança rendeu muito trabalho para os social medias, não apenas das duas redes de fast food, mas para muitas outras grandes marcas.

Leitura Recomendada: [Social Media] Funções, cargos, salários e tudo o que você precisa saber sobre esse profissional.

Logo após o anúncio do McDonals’s, o próprio Bob’s postou em suas redes sociais um texto que dizia que quem conhecia o verdadeiro milk-shake não tomaria o “MilkFake”.

Depois foi a vez do Burguer King e Giraffas pegarem carona mostrando que também possuem o sabor no seu cardápio. 

Pizza Hut, a Philips e até mesmo uma marca de água sanitária (pasmem!) utilizaram a polêmica para gerar engajamento com o público nas redes sociais.

Leitura Recomendada: As imagens realmente aumentam o engajamento nas redes sociais?

A lição que podemos tirar disso é que cada vez mais o universo digital está sendo utilizado para falar com os consumidores, de forma cada vez mais “intima”, mais natural ao dia a dia. 

Mesmo que na opinião de alguns, a internet ajude a polemizar algumas coisas mais do que elas merecem, não podemos negar que tudo isso faz com que as marcas sejam cada vez mais notadas. Resta utilizar isso de forma positiva.

Veja esse artigo que fizemos com as 10 melhores ações de SAC 2.0 de 2014. É "antigo" mas vale a pena analisar os cases e se inspirar.

Outras grandes marcas já estiveram e ainda vão estar no meio de vários “furacões” de hashtags - Quem lembra do caso McWhopper? -, e a impressão que temos é que a rivalidade se suaviza nesse meio digital. Mesmo que seja uma troca de farpas, ainda assim vemos as empresas fazendo isso de forma leve e bem humorada.

O trabalho como social media tem se tornado cada vez mais importante dentro de uma organização, pois em um mundo tão digitalizado, qualquer oportunidade de engajamento é uma pedra preciosa a ser trabalhada!

Nesse caso do milk-shake do Bob’s McDonald’s, por exemplo, a Philips (que produz eletroeletrônicos e eletrodomésticos) utilizou a polêmica para promover sua linha de liquidificadores com os quais, segundo a marca, é possível fazer os milk-shakes sem sair de casa.

E mais esperta ainda foi a Brilux, marca de água sanitária que conseguiu enxergar uma oportunidade de promover seu produto, mesmo sendo de categoria bem diferente. O post da marca utiliza a frase “Para que essa batalha de Milk-Shakes seja limpa, use Brilux”.

São essas sacadas de ligações que muitas vezes são o diferencial para marcas menores, pois assim elas mostram que existem que e fazem parte de assuntos que não correspondem somente às grandes marcas.

Talvez a vida de um social media não seja lá muito calma, mas sem dúvida é gratificante ver como algo simples pode render visualizações e engajamento para sua empresa.

E aí, qual será a polêmica envolvendo grandes marcas que irá invadir a internet essa semana? Pra responder essa pergunta, só ficando bem ligado nas redes!

21/09/16

3 passos poucos usados para reuniões mais produtivas


Reunião é algo caro. Esquecemos que tempo é dinheiro. Então, por que ficar horas enfiado em uma sala em longas conversas improdutivas?

Muitos gestores não tem percepção para fazer reuniões nas horas certas. Quer um exemplo? 

Você chega no escritório, pega seu café e sente que começou a focar e elimina as primeiras tarefas. Eis que então surge “a reunião”.

Talvez essa seja a sua hora de maior produção, mas sem pensar gestores marcam sempre as reuniões nessas horas. 

Outro problema é a interrupção do processo criativo - que ocorre na maioria das vezes de forma espontânea. Resultado: sua produtividade se foi.

Listei 3 pontos que percebi para tornar as reuniões mais produtivas e que tem funcionado com a minha equipe.


1 - Pautas

Eu sempre faço isso, escrever pautas. Eu agendo a reunião no Google Calendar e onde ela será, marco os e-mails que precisam receber a informação e na descrição já coloco do que trataremos. Isso faz eu ganhar um tempo absurdo.


2 - Use um gestor de produtividade

Ferramentas como o Trello, como o Run Run It e Basecamp, por exemplo, fazem morrer, na minha opinião, 70% das reuniões.


3 - Terça-feira, às 15h00.

Uma empresa norte-americana de tecnolgia, a LifeHacker, constatou em uma pesquisa que de 100 mil pessoas entrevistadas o melhor dia e horário para ‘uma reunião bem sucedida’ era às terças, às 15h00. A resposta  veio de 34 mil pessoas. Você pode clicar aqui e ter acesso ao post oficial, em inglês, da pesquisa.


Bem, esse é o roteiro que eu tenho seguido e que tem dado certo pra mim. 

Claro, mais uma vez eu digo, não sou contra as reuniões. Sou contra perder tempo. E acredito que você também.


Mas e pra você, o que tem dado certo e o que tem dado errado? Comapartilhe conosco nos comentários abaixo.

19/09/16

O desempenho do e-commerce no Brasil: todos os dados de 2016


A Ebit é uma empresa especializada em coletar e distribuir informações sobre comércio eletrônico no Brasil.

Ela produz seus relatórios com base em convênio com mais de 21 mil lojas virtuais, por meio das quais os consumidores são convidados a realizar pesquisas no momento da compra e na pós-venda

Leitura Recomendada: 5 portais especializados em E-commerce para você salvar!

Desde janeiro de 2000, já coletou mais de 25 milhões de questionários e 300 mil novos são agregados mensalmente.

Recentemente, a Ebit divulgou a 34ª edição do WebShoppers.

O relatório, produzido desde 2001, é uma das principais referências sobre o atual cenário do mercado de e-commerce e colabora na projeção de tendências para os próximos meses.

A nova edição traz números referentes ao primeiro semestre de 2016

Veja a seguir alguns dados que merecem destaque:

VENDAS ONLINE (BENS DE CONSUMO): são R$19,6 bi, o que representa aumento de um bilhão de reais em comparação ao mesmo período do ano passado. Porém, se observados os anos anteriores, podemos perceber que esse aumento é cada vez mais tímido. De 2012 para 2013, ele foi de 31,1%; de 2013 para 2014, 25,9%; de 2014 para 2015, 16%; e, agora, de apenas 5,2%.

EVOLUÇÃO DO TÍQUETE MÉDIO: o tíquete médio mostrou estabilidade no crescimento. Se, de 2011 a 2013, foram três quedas seguidas, o primeiro semestre de 2016 representou agora o terceiro aumento seguido. Houve crescimento de 7% em relação a 2015, sendo que o valor médio gasto pelo consumidor em e-commerce foi de R$403,46.

EVOLUÇÃO DOS E-CONSUMIDORES (ATIVOS): voltou a crescer depois de queda em 2015. São mais de 23 milhões, aumento de 31% no comparativo com o ano passado.

DISPOSITIVOS UTILIZADOS PARA REALIZAR COMPRAS: dispositivos móveis tiveram share de 18,8%, enquanto 81,2% das transações foram realizadas por meio de computador/notebook.

FRETE GRÁTIS: desde julho de 2014, o e-commerce tem diminuído o percentual de frete grátis, principalmente grandes varejistas. Para se ter uma ideia, no primeiro trimestre de 2015, 43% das compras nessa categoria contavam com frete grátis... O número caiu para 19% no mesmo período deste ano.

CATEGORIAS MAIS VENDIDAS (EM FATURAMENTO): eletrodomésticos e telefonia/celulares ocupam o topo neste quesito, sendo 24% e 20% das compras, respectivamente. Na sequência, estão eletrônicos (12%) e informática (10%).

Completam a lista: casa e decoração (7%), moda e acessórios (5%), saúde/cosméticos e perfumaria (5%), livros/assinaturas/apostilas (4%), esporte e lazer (3%) e acessórios automotivos (3%).

IDADE MÉDIA DO CONSUMIDOR: continua sendo 43 anos, devido à entrada de novos consumidores com idade mais reduzida.

REGIÕES: as regiões Sul e Centro-Oeste ganharam maior participação nas vendas do comércio eletrônico, e agora têm 14,5% e 6,6%, respectivamente. Ainda assim, Sudeste continua tendo a maior fatia, com 63,8%. Já o Norte é a que tem a menor, com 2,6%. Nordeste tem 12,5%.

Se quiser ter acesso ao relatório completo com 61 páginas, você pode fazer o download aqui (logo após preencher algumas informações).

E se tem algo a dizer sobre suas experiências recentes com e-commerce, então conte pra gente nos comentários :)

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